O que a medida mostra, antes do curso.

Materiais para profissionais

Cada material apresenta um tema da avaliação metabólica em nível introdutório — o fundamento, o panorama da evidência e um quadro-síntese —, com a literatura citada e o convite para o curso em que o assunto é tratado por inteiro. Leitura para médicos, nutricionistas, profissionais de educação física e fisioterapeutas.

Série
Profissão

19 materiais

Série 1 Calorimetria indireta

Capa do material Calorimetria indireta na prática clínica

Calorimetria indireta na prática clínica

Série 1: Calorimetria indireta

Fundamentos, protocolo e armadilhas

A calorimetria indireta mede o gasto energético de repouso em vez de estimá-lo por equação. Este material apresenta o fundamento do método, o que a literatura mostra sobre a distância entre medir e estimar, e os critérios que separam um exame válido de um exame que não deveria ter sido laudado.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material Estimar ou medir o gasto energético?

Estimar ou medir o gasto energético?

Série 1: Calorimetria indireta

As equações preditivas diante da calorimetria

Compara as equações preditivas de gasto energético com a calorimetria indireta, população por população: adultos saudáveis, obesidade, atletas, pessoas depois de grande perda de peso e doentes agudos. Mostra por que um viés pequeno no grupo convive com erro grande na pessoa e em que situações medir antes de fixar a meta tende a mudar a conduta. Escrito para médicos, nutricionistas, profissionais de educação física e fisioterapeutas.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material QR e RER

QR e RER

Série 1: Calorimetria indireta

O que a razão de trocas respiratórias informa em repouso e no esforço

Material técnico introdutório sobre o quociente respiratório de repouso e a razão de troca respiratória do esforço: a mesma divisão de gases, lida em dois estados do corpo. Traz a química das âncoras, o QR como controle de qualidade da calorimetria, o crossover, o FATmax e o RER como critério de esforço, sempre com o estudo e a população de cada número. A leitura do laudo caso a caso fica para os cursos de Calorimetria Indireta e de Teste Cardiopulmonar de Esforço.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material O que valida uma calorimetria?

O que valida uma calorimetria?

Série 1: Calorimetria indireta

Preparo do paciente, estado estável e interferências

Material técnico introdutório sobre os critérios que tornam válida uma medida da taxa metabólica de repouso: o preparo do paciente, o estado estável do registro, o quociente respiratório plausível e as interferências do corpo e do circuito. Cada critério vem com o estudo que o sustenta, a população em que foi medido e o que o laudo precisa informar. A execução do exame e a leitura de casos ficam para o curso de Calorimetria Indireta.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material

Série 2 TCPE e fisiologia do exercício

Capa do material Ergoespirometria: como ler os limiares ventilatórios

Ergoespirometria: como ler os limiares ventilatórios

Série 2: TCPE e fisiologia do exercício

LV1 e LV2 como trocas de marcha — o que cada ponto é e o que não é

Os limiares ventilatórios são os dois pontos em que o organismo muda de marcha durante o esforço, e é deles que saem as zonas de treino do laudo. Este material mostra de onde esses pontos saem, o que a literatura diz sobre a concordância entre métodos e entre avaliadores, e quando desconfiar da zona que veio pronta.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material Prescrever exercício por limiares medidos

Prescrever exercício por limiares medidos

Série 2: TCPE e fisiologia do exercício

Do laudo do TCPE às zonas de treino

Material técnico introdutório para quem recebe o laudo do teste cardiopulmonar de exercício e prescreve exercício. Explica por que a porcentagem do máximo espalha as pessoas por domínios de intensidade diferentes, como se lê o laudo e o atraso da rampa, e como o mapa de cinco ou de três zonas se traduz no campo, no atleta e no paciente.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material VO₂máx ou VO₂pico?

VO₂máx ou VO₂pico?

Série 2: TCPE e fisiologia do exercício

Critérios de esforço máximo e por que a diferença importa

Material técnico introdutório sobre o que os nomes VO₂máx e VO₂ de pico afirmam: o platô, os critérios secundários, a fase de verificação e o peso da distinção no prognóstico, na comparação com a referência, na prescrição e na reavaliação, sempre com o estudo e a população de cada número. Fecha com o que deixar ao lado do número no laudo. A leitura do traçado e o laudo de cada paciente ficam para o curso de Teste Cardiopulmonar de Esforço.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material

Série 3 Clínica metabólica e emagrecimento

Série 4 Endurance na saúde e na doença

Série 5 Força e hipertrofia

Série 6 Nutrição aplicada

Série 7 Suplementos: evidência de grau A e B

Capa do material Suplementos no exercício: como ler a evidência

Suplementos no exercício: como ler a evidência

Série 7: Suplementos: evidência de grau A e B

Os sistemas AIS, COI e ISSN, a contaminação e a antidopagem

Material técnico introdutório para quem atende praticantes e atletas. Explica os sistemas de classificação de suplementos do Instituto Australiano do Esporte, do Comitê Olímpico Internacional e da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva, apresenta uma escala de evidência por desfecho e por população e reúne os estudos de contaminação, a responsabilidade objetiva do Código Mundial Antidopagem e a RDC nº 243/2018.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material Creatina: do desempenho à clínica

Creatina: do desempenho à clínica

Série 7: Suplementos: evidência de grau A e B

Envelhecimento, reabilitação e segurança renal, com a evidência lida estudo a estudo

Lê a evidência da creatina além do desempenho: força e massa magra com treino, envelhecimento, osso, imobilização e reabilitação, doenças neuromusculares e neurodegenerativas, memória e segurança renal, sempre por desfecho e por população. Põe lado a lado os ensaios positivos e os negativos e explica por que a creatinina sérica de quem usa o suplemento pode subir sem lesão, e o que mede a filtração sem depender dela. Escrito para médicos, nutricionistas, profissionais de educação física e fisioterapeutas.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material Vitamina D: rastrear, repor e o que os grandes ensaios não confirmaram

Vitamina D: rastrear, repor e o que os grandes ensaios não confirmaram

Série 7: Suplementos: evidência de grau A e B

A dosagem da 25(OH)D, as diretrizes e os ensaios randomizados, lidos estudo a estudo

Material técnico introdutório sobre a vitamina D: o que a dosagem de 25(OH)D informa, quem as diretrizes mandam dosar e por que os limiares divergem entre documentos. Lê os grandes ensaios randomizados, o que mediram e o que não confirmaram em adultos sem deficiência selecionada, os sinais favoráveis e o contrário, o atleta e a segurança medida, num quadro-síntese. A conduta de cada paciente fica para a formação prática.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material
Capa do material Polifenóis na recuperação: cereja ácida, cúrcuma e o risco de atenuar a adaptação

Polifenóis na recuperação: cereja ácida, cúrcuma e o risco de atenuar a adaptação

Série 7: Suplementos: evidência de grau A e B

O que os estudos mediram em dor, força e marcadores, e o que falta testar em meses de treino

Material técnico introdutório sobre o que a cereja ácida e a cúrcuma mediram na dor e na força depois do esforço, com o estudo e a população de cada número, e sobre o que vitaminas e resveratrol fizeram na adaptação ao treino. Traz os relatos de segurança e um quadro-síntese que separa a prova próxima do bloco de treino. A decisão para cada atleta fica para a formação prática, com o MEV 3.0 Hands-On em reserva de vaga pela lista de espera e o curso sobre dieta em lista de espera.

  • Médicos
  • Nutricionistas
  • Profissionais de educação física
  • Fisioterapeutas
Ver o material

Série 8 Perioperatório